sábado, 17 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
... o regresso
Hoje, num dia de chuva, parei para refletir em muita coisa... há até momentos para sentir saudades de londres - basta apenas ouvir uma ou outra música, para a memória viajar, e lembrar amigos e colegas que lá deixei, e outros que também regressaram às suas terras. A todos eles deixo aqui um forte abraço, e agradeço por tudo, tudo o que me ajudaram, e tudo o que com eles aprendi.
Mas, é aqui em Aveiro que eu quero planear a minha vida, por agora...
sexta-feira, 4 de abril de 2008
... bye bye london
Nesta mensagem, ou post, quero apenas partilhar com os leitores e comentadores deste blogue, algumas fotos de ruas, jardins, monumentos, praças, avenidas, e algumas lindas paisagens, lugares de uma cidade que me acolheu a 7 de fevereiro de 2005, e à qual eu estou preste a dizer adeus... Ainda não disse, mas já sinto saudades. Bye bye London
(todas as fotos presentes no slideshow, foram tiradas por mim, ao longo destes 3 anos)
terça-feira, 1 de abril de 2008
... de que tens medo?
Muitos são aqueles que afirmam nada temer... Uns até criticam os medos sentidos por outros... Mas no fundo no fundo, todos sabemos que temos vários medos ou receios, seja medo de uma aranha ou de uma cobra, medo do escuro ou de um lugar fechado, medo de algo correr mal, medo de estar só ou medo da multidão, medo de sentir dor ou até da própria morte. Será que é bom ou mau, ter medo?domingo, 30 de março de 2008
... somos apenas visitas, nesta Terra
Imagina que és convidado para ir a casa de outra pessoa, um amigo teu... Chegas a casa dele e encontras uma casa limpa, cheirosa, tudo arrumado, uma bela mesa, cheia de comida, e com bom vinho! E ainda uma companhia super agradável. Tudo isso preparado, com muito carinho, especialmente para te receber.
Posso até imaginar:
... não irias esquecer de limpar os sapatos, ou mesmo tirá-los, logo à entrada;
... não irias sujar ou estragar nada;
... irias ficar todo contente quando o teu amigo te convidasse para o banquete;
... iriam fazer um brinde com o maravilhoso vinho ou champanhe;
... iriam conversar bastante, rir muito, partilhar o mesmo espaço, conhecer novas pessoas que também foram convidadas;
... e no fim, acho que ainda irias oferecer a tua ajuda para arrumar as coisas;
... ele iria dizer que não é preciso, mas que gostou muito da tua companhia, e quer que tu voltes.
Esta Terra, onde moramos, não é nossa... apenas fomos convidados a passar um tempo por aqui. Então, não vamos estragar aquilo que não é nosso, nem perturbar a vida daqueles que são os verdadeiros donos Dela. É bem mais simples conservar do que destruir o que já existe... e há tanta coisa que podemos fazer nesta altura, em que todos estamos preocupados com o aquecimeno global!
Podemos, por exemplo:
gastar menos água; poupar energia, usar energias renováveis; usar transportes públicos ou andar de bicicleta, para quem não gostar de andar a pé, ou não tiver a possibilidade de comprar carro movido a energia elétrica; não fumar também e bom para o ambiente, e não apenas para nossa saúde; tentar produzir o mínimo de lixo possível durante o dia, e não colocá-lo no chão; não usar sacos plásticos, que depois não podem ser reciclados; procurar separar os diferentes tipos de lixo, colocando-os nos respectivos recepientes...
Há mesmo muita coisa que, a pouco e pouco, pode tornar esta casa, esta Terra, tão mais limpa e saudável para todos nós...
quinta-feira, 27 de março de 2008
... rio de janeiro em guerra

O inimigo não está para brincadeiras, e sabe que atingindo a capital pode dominar todo o estado. É verdade! O ponto crítico está a ser mesmo a Cidade Maravilhosa. A Dengue é já uma epidemia descontrolada, com 32 mil casos de infetados e 54 mortos, apenas este ano. O mais estranho e surpreendente, é que as autoridades do estado, e mesmo da nação, ainda não fizeram uso das suas forças militares, no combate a este insecto tão temido.
Enquanto prefeito César Maia e presidente Lula perdem tempo no seu tabuleiro de xadrez, definindo a estratégia de ataque ao mosquino, vão acreditando que os hospitais deem solução ao conflito. Mas estes, precisam de mais profissionais de saúde, para fazer face às centenas e centenas de casos que surgem diariamente. São filas e filas de gente desesperada; crianças frágeis e com febre, adultos revoltados com mais de 4 horas de espera. Para piorar tudo, a promessa de hospitais de campanha poderá ser cumprida apenas daqui a 3 dias. Então não há dúvidas que o número de vítimas irá aumentar.
Se por um lado, é verdade que o mosquito transmissor da dengue tem um pequeno raio de acção - só pica as pessoas nas proximidades do local onde nasceu, também e sabido que no bairro Barra da Tijuca, na cidade do Rio, houve diversos casos de dengue no condomínio de classe média, Santa Helena - o que contradiz a informação de que o mosquito prolifera apenas em bairros mais modestos.
Enquanto uns investigam e procuram a vacina tão desejada, há outros que apenas assistem o BBB sentados no seu sofá, e carecem de informação sobre métodos de prevenção, e regras de higiene pública, como por exemplo, não deixar água parada em nenhum recipiente, seja em panelas, caixas de água sem tampa, plantas ou pneus velhos.
Não é por perder uma batalha que se perde a guerra. Mas será que é desta que o Brasil aprende a dar valor a um povo informado, com capacidade de dar solução aos seus próprios problemas, e reclamar seus direitos, não só na saúde como na educação, e em muitas outras áreas? Ou vai preferindo que os mesmos continuem na ignorância de se preocuparem “apenas” com festas de carnaval e futebol?
